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As mais comuns são a disfunção erétil e o hipogonadismo. A disfunção erétil é a incapacidade de atingir a rigidez peniana suficiente para a penetração e sua manutenção até a finalização do ato sexual. A ereção depende da integridade psíquica, hormonal, vascular e neurológica o que proporciona aumento contínuo do fluxo de sangue para o tecido erétil peniano levando então a ereção. Perdendo a integração de um ou mais destes fatores, associado a maus hábitos de vida e doenças como doenças diabetes e hipertensão arterial o risco de dificuldade erétil aumenta. Existem várias formas de tratamento que passam pelo necessária adoção de estilo de vida saudável, uso de medicamentos e até cirúrgico, com excelente eficácia.
O hipogonadismo é a diminuição da produção de testosterona, o hormônio masculino. Ocorre fisiologicamente uma queda gradual na produção hormonal a partir dos 40 anos e estima-se que aproximadamente 20 % dos homens possam necessitar de tratamento. Os sintomas mais comuns são desânimo, diminuição do desejo sexual, diminuição da massa muscular, prejuízo da concentração e memória. O diagnóstico é suspeitado na consulta médica e confirmação laboratorial.
O tratamento se faz com reposição hormonal e deve ser realizado um atento acompanhamento médico com especialista no assunto.
O assunto gera angústia e receio ao homem porém, o tratamento é eficaz quando realizado por um especialista.
Não deixe de procurar orientação adequada. A atividade sexual é reconhecido fator de qualidade de vida e de saúde!
Incontinência urinária é a perda involuntária da urina pela uretra. Mais frequente no sexo feminino, pode manifestar-se tanto após a menopausa quanto em
mulheres jovens.
Tipos e Sintomas
Incontinência Urinária de Esforço – o sintoma inicial é a perda de urina em manobras de esforço (tossir, rir,
elevar peso e caminhar).
A incontinência urinária de urgência é vontade súbita e imperiosa de urinar com perda ocorrendo antes de chegar ao banheiro, decorre de contrações involuntárias da bexiga. Também conhecida como Hiperatividade Detrusora.
Incontinência mista – nestes casos ocorrem por uma associação da deficiência esfincteriana e/ou hipermobilidade e Hiperatividade Detrusora.
Diagnóstico
É confirmado na própria entrevista médica quanto no exame físico. Porém algumas informações só podem ser fornecidas por exames mais detalhados. O exame urodinâmico faz parte da investigação para avaliação da incontinência oferecendo dados precisos das condições em que as perdas ocorrem, muitas fezes contrariando o diagnóstico clínico orientando melhor as opções de tratamento.
Tratamento
O tratamento da incontinência urinária por esforço pode ser realizado através de fisioterapia e /ou cirúrgia. A cirurgia de Sling, a mais realizada, consiste em colocar uma cinta de material sintético para dar
suporte a uretra e é a técnica a que produz melhores resultados.
Na Hiperatividade Detrusora, o tratamento pode incluir orientações dietéticas e comportamentais, fisioterapia, uso de medicamentos para controlar as contrações involuntárias da bexiga. Em casos refratários ao tratamento ou com efeitos colaterais adversos, pode ser necessário uso de toxina botulínica intravesical ou neuromoduladores.